O QUE DIZ JACK WELCH - JANET LOWE

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Quer saber porque é Jack
Welch considerado um dos
CEO mais dinâmicos de
todos os tempos?
Ele transformou a General
Electric numa empresa
reconhecida a nível mundial
que trouxe excelentes
lucros para os investidores.
Mesmo estando na reforma,
Welch é ouvido em todo o
mundo pois continua a falar
sobre questões como gestão
empresarial e pessoal
ou sucesso nos negócios.
Este livro, repleto de conselhos
práticos, oferece
uma avaliação objectiva da
carreira de Welch, dos
princípios de gestão e das
lições de liderança que
dificilmente encontrará
noutro sítio
Com este livro como guia
não só aprenderá como
Jack Welch se tornou num
dos CEO mais admirados
do mundo, como também
irá descobrir exactamente
o que é necessário para
alcançar um sucesso nunca
antes visto no ambiente
empresarial tão dinâmico
como o actual.

Quer saber porque é Jack Welch considerado um dos CEO mais dinâmicos de todos os tempos? Ele transformou a General Electric numa empresa reconhecida a nível mundial que trouxe excelentes lucros para os investidores. Mesmo estando na reforma, Welch é ouvido em todo o mundo pois continua a falar sobre questões como gestão empresarial e pessoal ou sucesso nos negócios. Este livro, repleto de conselhos práticos, oferece uma avaliação objectiva da carreira de Welch, dos princípios de gestão e das lições de liderança que dificilmente encontrará noutro sítio Com este livro como guia não só aprenderá como Jack Welch se tornou num dos CEO mais admirados do mundo, como também irá descobrir exactamente o que é necessário para alcançar um sucesso nunca antes visto no ambiente empresarial tão dinâmico como o actual.

Janet Lowe, jornalista e escritora, é autora dos bestsellers Bill Gates Speaks, Benjamin Graham on Value Investing, Value Investing Made Easy, e The Secret Empire. Especialista na escrita de livros sobre líderes de sucesso, já escreveu sobre Bill Gates, Jack Welch, Ted Turner, Warren Buffett, entre outros. Os seus artigos já foram publicados no Newsweek, no Christian Science Monitor, no Los Angeles Times e no San Francisco Chronicle.

PRÉMIO DE EXECUÇÃO - ROBERT S. KAPLAN e DAVID P. NORTON

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Tem uma estratégia, mas será que sabe pô-la em prática? Hoje em dia as empresas aparentam ter um esquema para tudo, desde a aquisição de novos clientes à gestão de relações com eles, ou da qualidade da gestão à avaliação do seu desempenho. Os líderes da indústria chegaram à conclusão de que ter processos sistemáticos aplicados reduz o risco, previne negligências e assegura a melhor forma de obter resultados. Porém, apesar de saber disto a maioria das empresas continua a não desenvolver um sistema para gerir o seu processo mais importante: como incrementar e executar a sua estratégia. Através dos livros The Balanced Scorecard e The Strategy-Focused Organization os autores, Kaplan e Norton, demonstraram como dando importância à estratégia se pode unir uma empresa e conduzir ao aumento dos níveis de desempenho. Este livro é uma compilação dos trabalhos anteriores que resultou num novo sistema de gestão global que as empresas podem usar para sustentar a sua estratégia de execução.

Robert Kaplan é professor da Fundação Baker na Harvard Business School. David Norton é o fundador da empresa Balanced Scorecard Collaborative e director do grupo Palladium.

COMO É QUE AQUELE IDIOTA É RICO E EU NÃO? - ROBERT SHEMIN

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Através da sua experiência Shemin mostra como ficar mais rico, o seu principal objectivo é ajudar aqueles que são verdadeiras “catástrofes financeiras” a ganhar milhões. Para tal ele usa a sua própria história de forma a ilustrar a atitude que cada um deveria ter. Neste livro poderá aprender como: - Estabelecer apenas um objectivo de sucesso e torná-lo no seu principal. - Parar de investir no negócio de outro e começar a construir o seu próprio. - Viver e pensar como um milionário enquanto se torna num. - Usar o poder e a inteligência de outros “idiotas ricos” para ajudá-lo a juntar-se ao clube. - Compreender as ideias dos outros, o tempo dos outros e a experiência dos outros para ser capaz de fazer mais. - Atingir os eternos segredos para conseguir chegar ao poder espiritual do dinheiro.

Resumindo, aprenda quais as vantagens necessárias para se tornar num “idiota rico” e como obtê-las com pouco ou nenhum dinheiro. Acima de tudo, aprenda como fazendo apenas uma coisa de cada vez o conduzirá ao seu objectivo principal. Este livro, que mostra o que é realmente preciso para atingir um nível financeiro elevado, Shemin esclarece de um modo divertido que a forma como não faria as coisas normalmente é de facto a mais certa de as fazer. No final estará convencido de que “se eles conseguiram, eu também serei capaz”.

Robert Shemin é um multimilionário que se dirige a centenas de pessoas todos os anos, partilhando regularmente o pódio com personalidades do mundo das finanças como Donald Trump, Robert Kiyosaki, David Bach, e Suze Orman.

Diário à Filha – Calamity Jane

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O testemunho que Calamity Jane deixa à sua filha, em forma de cartas,
é tocante na descrição da coexistência de duas realidades: a luta de uma
mulher pela sobrevivência num mundo Western profundamente duro
e masculino, papel que assumiu e cumpriu de forma exímia, nunca
perdendo, no entanto, o seu outro lado, mais frágil, mais emotivo, mais
afectuoso, e que se revela em toda a sua dimensão neste diário à filha.
Mito feminino do oeste selvagem, Calamity Jane manifesta na sua
escrita uma rebeldia natural de quem vive num mundo de homens e
uma angústia provocada em boa parte pela insegurança de não se ter
realizado no papel da maternidade depois de ser visto obrigada a
entregar a sua filha em tenra idade. Confrontada no seu interior com
a ausência de cuidado e afecto maternal, sente-se nas suas cartas uma
procura intensa de serenar interiormente a dor da renúncia.

O testemunho que Calamity Jane deixa à sua filha, em forma de cartas, é tocante na descrição da coexistência de duas realidades: a luta de uma mulher pela sobrevivência num mundo Western profundamente duro e masculino, papel que assumiu e cumpriu de forma exímia, nunca perdendo, no entanto, o seu outro lado, mais frágil, mais emotivo, mais afectuoso, e que se revela em toda a sua dimensão neste diário à filha. Mito feminino do oeste selvagem, Calamity Jane manifesta na sua escrita uma rebeldia natural de quem vive num mundo de homens e uma angústia provocada em boa parte pela insegurança de não se ter realizado no papel da maternidade depois de ser visto obrigada a entregar a sua filha em tenra idade. Confrontada no seu interior com a ausência de cuidado e afecto maternal, sente-se nas suas cartas uma procura intensa de serenar interiormente a dor da renúncia.

Martha Jane Cannary Hickok (1852-1903), mais conhecida por Calamity Jane, foi uma das raras mulheres com estatuto de figura lendária “Western“. A sua vida, naturalmente árdua e problemática, foi pontuada também com alguns momentos de felicidade, sobretudo os momentos que viveu ao lado do homem da sua vida, Wild Bill Hickok, e com a sua filha Janey ainda que de uma forma sonhadora, distante e imaginária.

Da Natureza, Da arte e Da Linguagem - Rainer Maria Rilke

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Retiradas da sua vasta correspondência, estas reflexões temáticas e significativas sobre Natureza, Arte e Linguagem de Rainer Maria Rilke, um dos poetas visionários para o terceiro milénio, irão fazer despertar as consciências e vidas de muitos de nós.

O poeta René Maria Rilke nasce em Praga em 1875. Começa a escrever desde muito cedo. Aos 20 anos já tinha publicado 2 livros de poesia e editado um pequeno jornal literário. A sua produção literária conta ainda com cerca de 11.000 cartas, que muitas vezes serviram de tubo de ensaio à criação poética. Estuda filosofia, história da arte, literatura em Praga, Munique e Berlim. Empreende longas viagens a Itália e à Rússia na companhia da sua amante a escritora Lou Andreas-Salomé que foi sua amante, amiga e confidente. Em 1901, casa com Clara Westhoff, uma jovem escultora alemã, com quem vive até ao nascimento da única filha. Rilke acaba por abandonar a família mudando-se para Paris, em 1902, onde se torna secretário do escultor Rodin. Em 1922 foi viver para um antigo castelo na Suíça recuperado por benfeitores. Ao longo da sua vida Rilke não exerceu nenhuma profissão, tendo vivido, sempre, a expensas de amigos e patronos. A Suíça seria o refúgio de onde não mais sairia. Morre em Valmont, vítima de leucemia, em 1926.

Amor Terapêutico - Eduardo de Brito Aranha

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Inspirado em vivências de zonas urbanas e suburbanas, onde para além da profissão de médico, o desempenho leva a outras funções, como psicólogo, assistente social, confessor, juiz, pedagogo, irmão e muitas das vezes, pai, Eduardo Aranha, mestre na arte de (re)criar personagens singulares, transforma histórias quotidianas em contos excepcionalmente hilariantes assentes num estilo mordaz e numa linguagem expressivamente visual.

Médico de Clínica Geral e Medicina Interna, é autor de dois livros Um Barco Fardado e Amor Terapêutico. É co-autor regular do Lado Humano da Medicina – Contos Médicos. É um dos autores da recente colectânea Cais 15 Anos, inseridos na colecção Textos Extraordinários.

Do Riso e da Loucura - Hipócrates

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Após demonstração de Demócrito, da sua sábia loucura, que envolve a loucura da razão lógica universal e que nada tem a ver com a loucura insana ou violenta, Hipócrates relaciona sobretudo o riso daquele à sabedoria e não à loucura, pois o seu riso é iluminado e sobretudo iluminador por transgredir o bom senso ou o senso comum e por abrir uma nova visão e uma nova lógica do universo em que desafia o ser humano a um salto “ do possível para o impossível “. Por outro lado essa mesma loucura coloca em evidência a eterna impossibilidade de o ser humano controlar tudo, como tem vindo a ser o seu desejo de séculos.

Hipócrates (460 a.C. – 377 a.C.) é considerado, por muitos, o pai da medicina, fundador de uma ética médica, que se expressa no célebre Juramento de Hipócrates. As suas obras testemunham o repúdio da superstição e das práticas mágicas da “saúde” primitiva, permitindo-lhe elaborar uma concepção do homem distinta da religião e do sobrenatural. Antes dele, a prática médica, carecia de qualquer base científica. Doenças com causas insondáveis dão lugar a uma prática assente na observação do organismo humano integrado no seu meio ambiente.

Breve Tratado das Artes da Cópula - Al-Sayed Ibn Al-Makhzoumi

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Este é um livro dedicado quase exclusivamente ao prazer das mulheres que, definitivamente, deve ser lido por aqueles homens que ainda precisam aprender quase tudo e pelos outros que, porventura, necessitam de uma reciclagem nesta matéria porque “o costume serve para o trivial, para a rotina de todos os dias”, mas quando o assunto é tão sério é preciso descobrir novas formas de fazer as coisas e vez de nos limitarmos a seguir os hábitos.

Al-Sayed Ibn Al-Makhzoumi foi um médico árabe, natural do Lémen, que tratou tanto de homens como mulheres e exerceu a sua profissão em vários locais, de Espanha até ao Noroeste da Índia, de Samarcanda até os países da Arábia e ao seu país natal. Os seus textos apresentam-se com bastante objectividade e clareza no que se refere às artes da cópula. Descreveu as diversas formas e aspectos possíveis de orgãos sexuais, estudou a relação directa existente entre as diferentes características físicas de centenas de homens e mulheres e os diferentes tipos de orgasmo experimentados pelo próprio.

Violência – Slavoj Žižek

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Nesta obra, Slavoj Žižek conduz os seus leitores por uma viagem intelectual e artística – desde a Guernica de Picasso, aos filmes de Alfred Hitchcock e M. Night Shyamalan, aos romances de Michel Houellebecq e a uma análise kantiana do furacão Katrina  –, para mostrar como as sociedades compreendem, obscurecem ou negam as fontes de violência. Argumenta que a violência talvez possa ser definida com mais rigor pelos espectadores do que pelos criminosos ou as vítimas. Žižek enumera as variedades da violência, mostrando até que ponto ela se tornou inerente à linguagem, economia e religião.

Azzedine e Outras Peças – Jaime Rocha

Neste volume que reúne cinco peças de Jaime Rocha, a contemporaneidade deixou de ser o lugar onde o ser humano reconhecia, no outro, muito da sua própria identidade. Ela é hoje um lugar de forças que se entrechocam para se destruírem. Estas peças jogam com as várias tensões criadas por existências que partilham o mesmo espaço mas não o mesmo tempo: o choque de gerações e de culturas em «Morcegos» e o choque civilizacional em «No Ervilhal». Na peça «Azzedine» transpõe-se a barreira do morto-vivo e constata-se que dois seres, outrora ligados pelo afecto, como Genet e o seu protegido Azzedine, já não falam a mesma linguagem. Vivem, um na crença da obra humana; o outro no projecto de suicídio iminente. Por sua vez, em «Homens Como Tu» o autor constata o nosso enraizamento na barbárie, trazendo criaturas de outro século para o banquete da crueldade. Por fim, em «O Mal de Ortov» assiste-se ao desespero do homem contemporâneo face ao excesso de informação e sucessão de acontecimentos que o faz entrar em rota de colisão com o mundo.

Jaime Rocha publicou, nesta colecção, em 2001, o volume Jogo da Salamandra que inclui as seguintes peças: «Jogo da Salamandra», «Descida Para as Cinzas», «Seis Mulheres Sob Escuta», «Detalhe à Porta do Inferno» e «O Anexo».

Que o Diabo Leve a Mosca AzulJohn Franklin Bardin

Nova Iorque, 1946, Ellen, uma cravista profissional, regressa a casa para junto do seu marido Basil, após um internamento numa clínica psiquiátrica. Ao encontrar-se por acaso com Jim Shad, o cantor folk que a seduziu quando ainda era estudante, Ellen começa a perder o controlo mental. Ao longo da narrativa das semanas seguintes, o romance de John Franklin Bardin torna-se um thriller assustador e inesquecível.

O Leilão do Lote 49 - Thomas Pynchon

Quando V foi publicado em 1963 foi considerado por muitos um novo tipo de romance, tão inovador como Joyce, Beckett e Joseph Heller. No Leilão do Lote 49 Oedipa Maas descobre que foi feita testamenteira dos bens do seu antigo amante. Os seus deveres levam-na por um estranho caminho de revelações, em que surgem pessoas para a ajudar ou confundir. Um livro feito de sátira, turbulência verbal e humor selvagem.

O Coração dos Ponders - Eudora Welty

O tio Daniel Ponder é o perfeito excêntrico. Vestido sempre de fato branco, amado por todos que o conhecem, é uma celebridade na sua cidade natal Clay, no Mississipi. O tio Ponder gosta de partilhar a sua fortuna. Quando o seu primeiro casamento acaba e ele é visto com Bonnie Dee Peacock, uma rapariga de dezassete anos de uma família pobre, a sua sobrinha Edna fica horrorizada. Esta novela, narrada pela sobrinha, é uma obra prima de absurdos cómicos: uma história sobre a vida de uma pequena cidade, retratada de forma brilhante por esta escritora do sul da América.

Outubro – Rui Bebiano

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A Revolução de Outubro não representa apenas aquele episódio datado que na velha Rússia recém-liberta do domínio dos czares levou Lenine e os bolcheviques ao assalto do poder: permanece também como sinal de esperança que nem mesmo a perversão e a derrocada do «socialismo real», e a acelerada transformação do mundo que se lhe seguiu, foram capazes de apagar. Enquanto sinal de utopia, mobiliza as capacidades do ser humano para traçar colectivamente um mundo alternativo, desejavelmente melhor.

Para que servem os direitos humanos – Pádua Fernandes

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Como se relacionam os direitos humanos com o formalismo jurídico que questionam? De que maneira são eles acolhidos pelo direito internacional? Como se articulam os direitos fundamentais com os direitos sociais? Como garantir a dignidade humana e como pensar a relação entre o humano e o sub-humano? Como articular a defesa dos direitos humanos com a defesa das identidades culturais? Como defender os refugiados?

O jurista brasileiro Pádua Fernandes aborda estas questões e ainda outras num ensaio instigador e sem contemplações para com ideias feitas.

O Sentido da Vida – ALBERTO LOPES

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Nesta obra, o Dr. Alberto Lopes convida o leitor a
embarcar numa viagem de auto-descoberta através da
regressão a vidas passadas. Explorando as experiências
obtidas com os seus pacientes na sua prática clínica, o
autor explora o tema do reencontro com aquilo que
há de mais profundo no nosso ser, a nossa essência
que se mantém presente e constante ao longo de
todos os nossos corpos em todas as nossas vidas.
Todo o trabalho apresentado nesta obra reflete as
investigações do autor utilizando a hipnose regressiva,
ao longo de mais de doze anos, numa área tão extraordinária
e relativamente desconhecida.
Alberto Lopes, o conhecido hipnoterapeuta do
programa «O Sono da Verdade» (exibido pela SIC), conta
com uma longa formação em hipnoterapia, terapia de
vidas passadas e programação neurolínguistica (PNL),
para além de ser licenciado em psicologia e frequentar
atualmente o mestrado em avaliação e intervenção
neuropsicológica.
Reside no Porto e é psicólogo, hipnoterapeuta de
regressão, hipnólogo, consultor em PNL e escritor.

Nesta obra, o Dr. Alberto Lopes convida o leitor a embarcar numa viagem de auto-descoberta através da regressão a vidas passadas. Explorando as experiências obtidas com os seus pacientes na sua prática clínica, o autor explora o tema do reencontro com aquilo que há de mais profundo no nosso ser, a nossa essência que se mantém presente e constante ao longo de todos os nossos corpos em todas as nossas vidas. Todo o trabalho apresentado nesta obra reflete as investigações do autor utilizando a hipnose regressiva, ao longo de mais de doze anos, numa área tão extraordinária e relativamente desconhecida. Alberto Lopes, o conhecido hipnoterapeuta do programa «O Sono da Verdade» (exibido pela SIC), conta com uma longa formação em hipnoterapia, terapia de vidas passadas e programação neurolínguistica (PNL), para além de ser licenciado em psicologia e frequentar atualmente o mestrado em avaliação e intervenção neuropsicológica. Reside no Porto e é psicólogo, hipnoterapeuta de regressão, hipnólogo, consultor em PNL e escritor.

O Yoga Como Caminho - ESTELA SALEMA

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O Yoga é uma das seis escolas de filosofia hindu em que se utiliza um conjunto de técnicas com o intuito de alcançar a união com o divino. Difere das outras escolas porque utiliza práticas contemplativas para atingir esse estado. O Asthanga Yoga de Patanjali é a base de toda a prática nesta obra. Um texto muito prático e enriquecido com ilustrações esquemáticas que ajudam o praticante na compreensão de todas as posturas. A autora, Estela Salema, escolheu o Yoga como seu caminho. Afirma que é algo que nos torna pacientes e nos ajuda a cada dia sermos melhores para connosco e para tudo o que nos rodeia. A autora convida os leitores a fazerem a sua própria caminhada, a conhecerem-se melhor e a sentirem as suas limitações e avanços. Todos os percursos são diferentes.

A CIDADE É DE TODOS - Pedro Santana Lopes

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A Cidade é Nossa surge no ano em que o autor, Pedro Santana Lopes, se candidata a um terceiro desafio autárquico. É um livro que consiste na reunião de uma série de notas sobre o exercício do Poder Local e as linhas de força pelas quais o autor orientou a sua acção como autarca. Não se trata de um trabalho sobre urbanismo, de um livro de recordações ou de um caso de estudo para um trabalho maior de Ciência Política. É uma recolha de reflexões que identifica alguns casos e situações que foram encontrados na Figueira da Foz e em Lisboa, bem como as linhas de força que procurou imprimir nestas cidades. A experiência na condução de duas Câmaras Municipais – Figueira da Foz (1997-2001) e Lisboa (2002-2005) – permitiu uma reflexão útil para o conhecimento público, sobretudo por se tratarem de realidades tão diferentes. Tanto numa cidade média do centro do país, como na capital, foi desenvolvida uma política com traços comuns – controlo das contas, repovoamento, ambiente, património, planeamento, sustentabilidade, integração social, reabilitação urbana, licenciamento de nova construção – que corresponde ao projecto que Santana Lopes defende para o desenvolvimento de Portugal.

Pedro Santana Lopes nasceu em Lisboa, em 1956. É jurista, docente universitário e Pai de cinco filhos. Filiado no PSD desde 1978, foi várias vezes Deputado à Assembleia da República e ao Parlamento Europeu. Depois de ter sido assessor jurídico de Francisco Sá Carneiro, em 1980, foi Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, no primeiro Governo de Cavaco Silva 1985/87, e conduziu a pasta da Cultura, durante cinco anos, no início da década de 90. Foi Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz entre 1998 e 2001 e Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, de 2001 a 2005, tendo interrompido este mandato, em 2004, para assumir as funções de Primeiro-Ministro de Portugal. Autor de várias obras publicadas, é novamente candidato à Câmara Municipal de Lisboa, em 2009.

A CIDADE PERDIDA DE Z – David Grann

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Ao encontrar por acaso uma valiosa colecção de diários, David Grann,
consagrado escritor da New Yorker, propôs-se desvendar «o maior mistério
de investigação do século XX»: o que terá acontecido ao explorador britânico
Percy Fawcett e à sua busca pela Cidade Perdida de Z?
Em 1925, Fawcett aventurou-se na Amazónia na esperança de encontrar
uma antiga civilização e fazer uma das mais importantes descobertas
arqueológicas da história. Durante séculos, os europeus acreditaram que a
maior selva do mundo escondia o resplandecente reino do Eldorado.
Milhares de pessoas morreram ao tentar encontrá-lo. Com o passar do
tempo, muitos cientistas começaram a ver a Amazónia como uma armadilha
mortífera que nunca poderia assegurar a existência de uma sociedade
complexa. Mas Fawcett, cujas intrépidas expedições serviram de inspiração
para O Mundo Perdido de Athur Conan Doyle, passou anos a elaborar uma
base científica para este caso. Cativando a imaginação de milhões de
pessoas pelo mundo, Fawcett embarcou nesta viagem com o seu filho de 21
anos determinado a provar que esta antiga civilização – que apelidou de «Z»
Genéricos
– existia. Depois, ele e a sua expedição desapareceram.

Ao encontrar por acaso uma valiosa colecção de diários, David Grann, consagrado escritor da New Yorker, propôs-se desvendar «o maior mistério de investigação do século XX»: o que terá acontecido ao explorador britânico Percy Fawcett e à sua busca pela Cidade Perdida de Z? Em 1925, Fawcett aventurou-se na Amazónia na esperança de encontrar uma antiga civilização e fazer uma das mais importantes descobertas arqueológicas da história. Durante séculos, os europeus acreditaram que a maior selva do mundo escondia o resplandecente reino do Eldorado. Milhares de pessoas morreram ao tentar encontrá-lo. Com o passar do tempo, muitos cientistas começaram a ver a Amazónia como uma armadilha mortífera que nunca poderia assegurar a existência de uma sociedade complexa. Mas Fawcett, cujas intrépidas expedições serviram de inspiração para O Mundo Perdido de Athur Conan Doyle, passou anos a elaborar uma base científica para este caso. Cativando a imaginação de milhões de pessoas pelo mundo, Fawcett embarcou nesta viagem com o seu filho de 21 anos determinado a provar que esta antiga civilização – que apelidou de «Z» Genéricos – existia. Depois, ele e a sua expedição desapareceram.

David Grann escreve para a The New Yorker desde 2003. Escreveu sobre tudo desde túneis de água antigos da cidade de Nova Iorque até ao gang Aryan Brotherhood (Irmandade Ariana), passando pela caça à lula gigante e pela misteriosa morte do grande especialista mundial em Sherlock Homes. As suas histórias surgiram em diversas antologias e contribuiu para periódicos como The New York Times Magazine, The Atlantic, The Washington Post, The Wall Street Journal e The New Republic, do qual é também editor colaborador.

Os Diários Perdidos de Adrian Mole – SUE TOWNSEND

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Adrian Mole entrou na pré-meia-idade e agora tem “a mesma idade que Jesus tinha quando morreu” (33). Pai de Glenn, um rapaz com dificuldades gramaticais, e de William – que leva um preservativo “Estimulante de Grandalhões” para o jardim-de-infância, como a sua contribuição para a criação de um balão de ar quente. Adrian é pai solteiro, e mantém uma relação profundamente instável com a sua assistente social, Pamela Pigg. Será que ela o vai ajudar a sair do conhecido bairro Gaitskell antes de o pequeno William se juntar ao clube de fãs do Mad Frankie Frasier? Entretanto, Adrian continua a ficar escandalizado com a irresponsabilidade dos seus pais, que andam numa roda-viva matrimonial com o casal Braithwaite – os pais da linda, mas inatingível Pandora, que continua a perseguir a sua ambição de se tornar a primeira Primeira-Ministra do Novo Partido Trabalhista –, e continua a escrever no seu diário. As suas preocupações actuais incluem: os piolhos impossíveis de matar; a inveja que sente do seu bem-sucedido meio-irmão Brett, que lhe aparece à porta de casa; o declínio moral da série radiofónica The Archers; a sua paixão desesperada por dois terapeutas; o seu vício pelos sugos Starburst (os antigos Opal Fruits); um pequeno terramoto ocorrido em Leicester; e, talvez a mais importante de todas, o início do novo milénio.

Os Jardins de Luz – AMIN MAALOUF

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No início da era cristã, e perto das margens do Tigre, começa a história de um homem que, baptizado com o nome de Mani, viria a fundar uma doutrina universal conciliadora de três religiões e reveladora de uma nova visão do mundo, profundamente humana e tão audaz que viria a ser inexoravelmente perseguida por todos os impérios do seu tempo temposQual o motivo de tamanha inquietação? Que barreiras sagradas derrubara Mani? «Vim do país de Babel», dizia ele, «para fazer ecoar um grito através do mundo.» É a Mani que este livro é dedicado, é a sua vida que ele narra. A sua vida ou o que dela se pode adivinhar após tantos séculos de mentira e de esquecimento. Da sua apaixonada demanda da beleza, da sua mensagem de harmonia entre os homens, da sua subtil religião claro-escuro, não perdurou até hoje senão uma única palavra, “maniqueísmo”, utilizada a maior parte das vezes com sentido pejorativo. Mais do que nunca, nesta época desconcertante que é a nossa, o seu grito merece ser ouvido. E o seu rosto redescoberto.

Amin Maalouf é o autor de obra como As Cruzadas Vistas pelos Árabes, de Samarcanda e de Périplo de Baldassare, entre muitas outras que fizeram deste libanês com alma francesa um dos nomes maiores do romance histórico da actualidade. Nascido no Líbano em 1949, Amin Maalouf vive em Paris desde 1976. Grande repórter durante 12 anos, realizou missões em mais de 60 países. Antigo chefe de redacção do Jeune Afrique, onde também foi editorialista, consagra hoje a maior parte do tempo à preparação dos seus livros. É autor de várias obras, entre elas as premiadas: As Cruzadas Vistas Pelos Árabes (Prix des Maisons de la Presse) e O Rochedo de Tanios (Prémio Goncourt 1993). Na Difel, para além destas duas obras, estão também publicadas SamarcandaOs Jardins de LuzO Século Primeiro Depois de BeatrizEscalas do LevanteAs Identidades AssassinasO Amor de LongeOrigens, um fresco histórico sobre as suas próprias origens, Adriana Mater, um libreto de ópera e, mais recentemente, Um Mundo Sem Regras.


Um Mundo sem Regras – AMIN MAALOUF

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Nestes primeiros anos do século XXI, o mundo apresenta numerosos sinais de desregramento. Desregramento intelectual, caracterizado por um ímpeto das afirmações identitárias que torna difícil qualquer coexistência harmoniosa e qualquer verdadeiro debate. Desregramento económico e financeiro, que arrasta todo o planeta para uma zona de turbulências com consequências imprevisíveis e que é o sintoma de uma perturbação do nosso sistema de valores. Desregramento climático, que resulta de uma longa prática da irresponsabilidade… Terá a humanidade atingido o seu «limiar de incompetência moral?» Neste oportuno retrato do início do milénio, o autor procura compreender como se chegou a esta situação e como se poderá sair dela. Para ele, o desregramento do mundo deve-se menos a uma «guerra das civilizações» do que ao esgotamento simultâneo de todas as nossas civilizações, nomeadamente dos dois conjuntos culturais de que ele próprio se reclama – o Ocidente e o mundo árabe. O primeiro, pouco fiel aos seus próprios valores; o segundo, fechado num impasse histórico.

Um diagnóstico inquietante mas que termina numa nota de esperança: o período tumultuoso em que entramos poderá levar-nos a elaborar uma visão finalmente adulta das nossas prerrogativas, das nossas crenças, das nossas diferenças e do destino do planeta que nos é comum.

As Identidades Assassinas - AMIN MAALOUF

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As Identidades Assassinas é, antes de mais, um manifesto contra a loucura que, todos os dias e por todo o mundo, incita os homens a matarem-se em nome da sua «identidade». Amin Maalouf recusa contemplar este massacre imemorial com fatalismo, com resignação. Apoiado na sua própria condição de homem do Oriente e do Ocidente, tenta compreender porquê, na história humana, a afirmação de si próprio segue tantas vezes a par da negação do outro. Trata-se, assim, de uma vasta meditação, profunda e humanista, cuja finalidade explícita é anunciada de imediato: convencer os seus contemporâneos que se pode ficar fiel aos valores de que se é herdeiro, sem que por isso se sinta ameaçado pelos valores de que os outros são detentores. A história, a anedota, a filosofia, a teologia, sucedem-se na sua demonstração. No final, desprende-se deste livro uma poderosa mensagem de tolerância, servida por um texto límpido, de palavras precisas e concisas. Escrito um pouco como se dá uma aula mas imbuído de calor, este livro procura fazer a paz e convencer. E consegue-o.

OS CELTAS – John Haywood

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Acompanhar a história dos Celtas é percorrer o fio da história de grande parte da Europa – da Europa Central à Irlanda, da Idade do Bronze aos nossos dias. Já Heródoto afirmava que o Danúbio «tinha a sua fonte no país dos Celtas». Com o passar dos séculos, foram forçados a avançar pela Europa, rechaçados primeiro pelos Romanos, depois pelos povos germânicos; mas deixaram a sua marca – na cultura, nos costumes e, em alguns casos, na língua. Através de uma análise cuidada das muitas fontes disponíveis, John Haywood apresenta-nos a história de um povo que ao longo dos tempos deu mostras de uma extraordinária capacidade de resistência e de adaptação.

John Haywood é um historiador britânico especializado em temas que versem o povo celta. Dos seus vários títulos publicados, e para além deste Os Celtas. Da Idade do Bronze aos Nossos Dias, destaca-se The Historical Atlas of the Celtic World, uma obra indispensável para o estudo dos Celtas.

NAPOLEÃO – Steven Englund

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Poucas personagens terão tido uma tão grande influência nos destinos e na evolução da Europa como Napoleão. As guerras que travou puseram o continente a ferro e fogo, das estepes russas às linhas de Torres Vedras, e a sua reforma administrativa em França perdurou até aos dias de hoje; vários países do continente ainda se regem por uma forma de direito resultante do código napoleónico. Nesta nova biografia, Steven Englund acompanha todo o percurso de Napoleão – desde a juventude na Córsega à sua educação em França e, posteriormente, à sua meteórica ascensão na carreira militar, bem como a fase posterior: fase imperial, derrota, exílio e o poder efémero dos 100 dias. A par do trajecto de Napoleão o leitor é guiado pela França da época e pela forma como o ditador moldou o país e a Europa. Uma vida fascinante.

Steven Englund é professor da Universidade Americana em Paris desde 2007. Completou os seus estudos superiores em Cambridge e doutorou-se em Princeton. Colaborou com o presidente Carter e com a UNAIDS; foi, também, correspondente da revista Time, Gugenheim Fellow em 2006 e director convidado da Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales em 2007.

TEORIAS DO CINEMA – Andrew Tudor

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É possível uma teoria do cinema? Através do estudo crítico das teorias de Eisenstein, Kracauer, Bazin, Grierson e da metodologia crítica, em particular a teoria dos géneros e a «política de autor», Andrew Tudor lança algumas das bases para a elaboração de um método sistemático de pensar o cinema.

Nascido no Reino Unido, Andrew Tudor entrou inicialmente para a  Universidade de Leeds, em 1961, para estudar engenharia química. No entanto a sua descoberta da sociologia e da política, na mesma altura, levou a uma transferência de curso em 1962. Assim, acabou por estudar sociologia, ao mesmo tempo que dirigia uma associação de cinema e escrevia crítica cinematográfica. Em 1966 entrou para o departamento de sociologia da universidade de Essex. Em  1970 tornou-se Lecturer no departamento de sociologia na Universidade de York. Nessa altura começou a interessar-se cada vez mais por cinema. Data desta altura a publicação deste Theories of Film e também de Image and Influence. Durante 7 anos foi autor de uma coluna sobre cinema na New Society , e esteve profundamente envolvido com o York Film Theatre, o qual veio a dirigir entre 1976 e 1991. Nos anos 80, os seus principais interesses foram o Cinema, a Sociologia dos Media, a Filosofia e as Ciências Sociais. Durante 6 anos dirigiu o departamento de Sociologia da Universidade de York e foi eleito Leitor em 1991. Já depois de 1999 passou a director do Departamento de Teatro, Cinema e Televisão, da mesma Universidade.

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É muito oportuno, no contexto, recordar os vultos
fundamentais da República. E é oportuníssimo juntar
aos habituais outros menos lembrados, que deram uma
contribuição essencial para que o regime não se
esgotasse na sua primeira vigência.
Em António Lino Neto tudo é significativo. O seu
percurso de Mação a Coimbra, de Portalegre a Lisboa,
dir-se-ia vir do Portugal profundo à profundidade nova
que Portugal ganharia: do primeiro, o interesse pelo
município e a agricultura; da segunda, o re(encontro) do
mais comum, como cidadania, e do mais englobante,
como interesse nacional.
Isto mesmo lhe deu outra largueza nos relacionamentos
e mais essencialidade nas Ideias.

É muito oportuno, no contexto, recordar os vultos fundamentais da República. E é oportuníssimo juntar aos habituais outros menos lembrados, que deram uma contribuição essencial para que o regime não se esgotasse na sua primeira vigência. Em António Lino Neto tudo é significativo. O seu percurso de Mação a Coimbra, de Portalegre a Lisboa, dir-se-ia vir do Portugal profundo à profundidade nova que Portugal ganharia: do primeiro, o interesse pelo município e a agricultura; da segunda, o re(encontro) do mais comum, como cidadania, e do mais englobante, como interesse nacional. Isto mesmo lhe deu outra largueza nos relacionamentos e mais essencialidade nas Ideias.

António Matos Ferreira doutorado em História Contemporânea . Professor de História na Faculdade de Letras da Univ. de Lisboa e na Faculdade de Teologia da Univ. Católica.

João Miguel de Almeida é mestre em História Contemporânea e doutorando em Hist. Institucional e Política.

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Liberalismo e Nacionalismo são dois conceitos
indissociáveis para Mouzinho, não só no plano
económico e financeiro, mas igualmente no plano
político. Nação e Estado liberal coincidem, fundem-se,
a revolução apresenta-se como único meio de salvar a
Nação. (…)
A sua capacidade de elaborar uma visão global da
evolução da sociedade numa época crucial da história
europeia, confere-lhe um lugar de relevo na história do
pensamento económico e político português. Nessa
síntese reside a sua principal originalidade, enquanto
pensador e político, sendo o homem certo num
momento único da história portuguesa, situação de que
teve perfeita consciência.

Liberalismo e Nacionalismo são dois conceitos indissociáveis para Mouzinho, não só no plano económico e financeiro, mas igualmente no plano político. Nação e Estado liberal coincidem, fundem-se, a revolução apresenta-se como único meio de salvar a Nação. (…) A sua capacidade de elaborar uma visão global da evolução da sociedade numa época crucial da história europeia, confere-lhe um lugar de relevo na história do pensamento económico e político português. Nessa síntese reside a sua principal originalidade, enquanto pensador e político, sendo o homem certo num momento único da história portuguesa, situação de que teve perfeita consciência.

Miriam Halpern Pereira é professora Catedrática Emérita de História no ISCTE. Licenciada em História e Filosofia na Faculdade de Letras de Lisboa.