É muito oportuno, no contexto, recordar os vultos fundamentais da República. E é oportuníssimo juntar aos habituais outros menos lembrados, que deram uma contribuição essencial para que o regime não se esgotasse na sua primeira vigência. Em António Lino Neto tudo é significativo. O seu percurso de Mação a Coimbra, de Portalegre a Lisboa, dir-se-ia vir do Portugal profundo à profundidade nova que Portugal ganharia: do primeiro, o interesse pelo município e a agricultura; da segunda, o re(encontro) do mais comum, como cidadania, e do mais englobante, como interesse nacional. Isto mesmo lhe deu outra largueza nos relacionamentos e mais essencialidade nas Ideias.
António Matos Ferreira doutorado em História Contemporânea . Professor de História na Faculdade de Letras da Univ. de Lisboa e na Faculdade de Teologia da Univ. Católica.
João Miguel de Almeida é mestre em História Contemporânea e doutorando em Hist. Institucional e Política.









