OS CELTAS – John Haywood
Acompanhar a história dos Celtas é percorrer o fio da história de grande parte da Europa – da Europa Central à Irlanda, da Idade do Bronze aos nossos dias. Já Heródoto afirmava que o Danúbio «tinha a sua fonte no país dos Celtas». Com o passar dos séculos, foram forçados a avançar pela Europa, rechaçados primeiro pelos Romanos, depois pelos povos germânicos; mas deixaram a sua marca – na cultura, nos costumes e, em alguns casos, na língua. Através de uma análise cuidada das muitas fontes disponíveis, John Haywood apresenta-nos a história de um povo que ao longo dos tempos deu mostras de uma extraordinária capacidade de resistência e de adaptação.
John Haywood é um historiador britânico especializado em temas que versem o povo celta. Dos seus vários títulos publicados, e para além deste Os Celtas. Da Idade do Bronze aos Nossos Dias, destaca-se The Historical Atlas of the Celtic World, uma obra indispensável para o estudo dos Celtas.
NAPOLEÃO – Steven Englund
Poucas personagens terão tido uma tão grande influência nos destinos e na evolução da Europa como Napoleão. As guerras que travou puseram o continente a ferro e fogo, das estepes russas às linhas de Torres Vedras, e a sua reforma administrativa em França perdurou até aos dias de hoje; vários países do continente ainda se regem por uma forma de direito resultante do código napoleónico. Nesta nova biografia, Steven Englund acompanha todo o percurso de Napoleão – desde a juventude na Córsega à sua educação em França e, posteriormente, à sua meteórica ascensão na carreira militar, bem como a fase posterior: fase imperial, derrota, exílio e o poder efémero dos 100 dias. A par do trajecto de Napoleão o leitor é guiado pela França da época e pela forma como o ditador moldou o país e a Europa. Uma vida fascinante.
Steven Englund é professor da Universidade Americana em Paris desde 2007. Completou os seus estudos superiores em Cambridge e doutorou-se em Princeton. Colaborou com o presidente Carter e com a UNAIDS; foi, também, correspondente da revista Time, Gugenheim Fellow em 2006 e director convidado da Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales em 2007.
TEORIAS DO CINEMA – Andrew Tudor
É possível uma teoria do cinema? Através do estudo crítico das teorias de Eisenstein, Kracauer, Bazin, Grierson e da metodologia crítica, em particular a teoria dos géneros e a «política de autor», Andrew Tudor lança algumas das bases para a elaboração de um método sistemático de pensar o cinema.
Nascido no Reino Unido, Andrew Tudor entrou inicialmente para a Universidade de Leeds, em 1961, para estudar engenharia química. No entanto a sua descoberta da sociologia e da política, na mesma altura, levou a uma transferência de curso em 1962. Assim, acabou por estudar sociologia, ao mesmo tempo que dirigia uma associação de cinema e escrevia crítica cinematográfica. Em 1966 entrou para o departamento de sociologia da universidade de Essex. Em 1970 tornou-se Lecturer no departamento de sociologia na Universidade de York. Nessa altura começou a interessar-se cada vez mais por cinema. Data desta altura a publicação deste Theories of Film e também de Image and Influence. Durante 7 anos foi autor de uma coluna sobre cinema na New Society , e esteve profundamente envolvido com o York Film Theatre, o qual veio a dirigir entre 1976 e 1991. Nos anos 80, os seus principais interesses foram o Cinema, a Sociologia dos Media, a Filosofia e as Ciências Sociais. Durante 6 anos dirigiu o departamento de Sociologia da Universidade de York e foi eleito Leitor em 1991. Já depois de 1999 passou a director do Departamento de Teatro, Cinema e Televisão, da mesma Universidade.


